postado em 24/02/2012 19:18 por Darlan Oliveira
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24/02/2012 19:19 atualizado(s)
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Quando falamos de motos esportivas de 250 cilindradas no Brasil, logo
vem à cabeça dois modelos: a Ninja 250R e a Comet GT-R 250. E veremos o
mercado das pequenas esportivas aquecer com a chegada da CBR 250R e em
breve da Roadwin 250R, o que é bom para nós consumidores, pois teremos
mais opções de compra para os mais variados perfis e estilos de
motociclistas do Brasil.
Mas quando se trata de mini esportivas, o lugar a ser citado sem
dúvida é o Japão, onde reinaram no final dos anos 80 e a metade dos 90
as esportivas 250 cilindradas de alta performance. E põe alta
performance! Conheça os principais modelos japoneses neste segmento com
motores 4T.
 Kawasaki ZX-R 250: a mais veloz
Kawasaki ZX-R 250
O motor 4t de quatro cilindros em linha, 249cc, 45hp (33Kw) a 15.000
rpm, arrefecimento líquido, 16 válvulas, quatro carburadores Keihin CVK
D30 e sistema de admissão K-RAS, faz a moto atingir os 100 Km/h (0-100)
em apenas 4,8 segundos e atingir a rotação máxima de 21.000 rpm. Apesar
de ser uma quatro cilindros, todo o conjunto pesa apenas 144 kg a seco,
pois o quadro é de alumínio. A suspensão dianteira tem o garfo
invertido de 120 mm, balança traseira uni-trak mono-amortecida e
ajustável. O freio dianteiro conta com dois discos de 300 mm e dois
cálipers de duplo pistão. Já o freio traseiro tem disco de 230 mm e
cáliper simples.
O sistema K-ras (Kawasaki –Ram Air System) é o sistema de admissão de
ar por duas vias, uma pela lateral direita da carenagem e outra pela
dianteira, impulsionando o ar com mais força para o filtro. Isso causa
um efeito de sobre alimentação e ainda desvia o ar admitido do calor do
radiador (ar admitido mais frio gera mais potência). Alcança os 180Km/h
quando original, mas sem o limitador pode atingir 215Km/h.
 Honda CBR 250RR: a mais popular
Honda CBR 250RR
O Motor Honda de 4t quatro cilindros em linha, 249cc de 45hp (32.8kW)
a 14.500 rpm, arrefecimento líquido, 16 válvulas, quatro carburadores
Keihin 29mm dispensa comentários. Teve a potência reduzida para 40 hp e
equipou as Hornet 250 até 2008, quando parou de ser produzido. Atinge os
100 Km/h (0-100) em 5,3 segundos e o motor alcança a rotação máxima de
18.500Rpm. O conjunto pesa 158 kg a seco, possui o quadro de alumínio,
suspensão dianteira de garfo simples de 83 mm de curso, balança traseira
mono amortecida ajustável. O freio dianteiro conta com dois discos de
275 mm com pinças de duplo pistão e o freio traseiro tem disco de 220 mm
com cáliper simples.
Apesar de perder ligeiramente pra rival Kawasaki ZX-R 250 nas
especificações, as CBR 250RR são as mais comuns nas ruas. Por quê? A
resposta é simples: o conjunto todo é mais durável. Quando a Honda cria
um projeto ele o faz muito bem e nisso ela ganhou das rivais. Com o
tempo, os potentes motores das Kawasaki se tornam barulhentos a ponto de
incomodar seus proprietários e tirar suas ninja das ruas.
Yamaha FZR 250R
 Yamaha FZR 250R: a raridade
É Yamaha? É. É Fazer de quatro cilindros? Não. Apenas FZR 250R. As
pessoas costumam abreviar Fazer para FZR, mas não sabem que a FZR 250R
da Yamaha foi uma verdadeira esportiva 250, coisa que as Fazer jamais
serão. O motor desta moto é um 4t de quatro cilindros em linha, 249cc de
45hp (34Kw) a 14.000 rpm, arrefecimento líquido, 16 válvulas, 4
carburadores Mikuni 2KR e sistema EXUP (EXaust Ultimate Power). A moto
atinge os 100 Km/h (0-100) em 6,0 segundos e o motor atinge a rotação
máxima de 20.000 rpm. Todo o conjunto pesa apenas 146 kg a seco. O
quadro é de alumínio, a suspensão dianteira tem o garfo simples de
130mm, balança traseira mono amortecida de 117mm, o freio dianteiro
conta com dois discos na dianteira e o traseiro é com disco simples. Tem
a velocidade final limitada a 180 Km/h.
O sistema EXUP, criado pela Yamaha, é um sistema de exaustão variável
controlado eletronicamente. Ou seja, o fluxo de exaustão era aumentado
ou diminuído por um obturador (borboleta) fazendo a moto se comportar
melhor em baixas rotações e desenvolvendo maior velocidade final em alta
rotação. Mas este é um dos motivos de insatisfação com a FZR 250R. O
obturador eletrônico no coletor de exaustão costuma travar, fazendo com
que a aceleração ficasse ruim e a moto desenvolvesse menos.
Suzuki GSX-R 250
 Suzuki GSX-R 250: morte prematura
Sua fabricação foi terminada em 1991, provavelmente para dar espaço
para novos modelos. Ou a Suzuki foi simplesmente a mais sensata das
montadoras ao descobrir primeiro que o custo de produção das pequenas
esportivas de alta performance era muito alto e o retorno era baixo.
Esta tinha um motor 4t de quatro cilindros em linha, 248cc de 45hp
(32,6Kw) a 15.000 rpm, arrefecimento líquido, 16 válvulas. A aceleração
(0-100) é desconhecida, mas atinge a velocidade máxima de 200 km/h. Todo
o conjunto pesa apenas 143 Kg a seco, mesmo com o quadro de aço. A
suspensão dianteira tem o garfo simples e a bela balança traseira é mono
amortecida. O freio dianteiro conta com dois discos e o traseiro é a
disco simples.
Hoje, o mercado japonês não comporta mais as mini esportivas de alta
performance. Todos os modelos acima foram redesenhados e transformados
em naked. Tiveram a potência reduzida e o conforto aumentado, oferecendo
um ótimo desempenho pelos preços sugeridos. Esta pequenas esportivas
não tem como objetivo oferecer desempenho, mas sim baixo custo e boa
maneabilidade, voltado para os motociclistas menos experientes. Mas
estas motos não deixam de ser o sonho de muitos motociclistas: potentes,
fáceis de pilotar e de preço mais baixo.
Fonte: http://www.motonline.com.br/esportivas-250-reinaram-no-japao-e-deixaram-saudades/
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postado em 23/02/2012 10:13 por Darlan Oliveira
Por conta das chuvas e granizo que atingiram o município de San Pedro de Atacama, no Chile, nosso bravos amigos tiveram que mudar o planejamento e optaram pela patagônia Chilena. Leia abaixo o relato de nosso amigo Celso Costa. "Pois bem amigos, primeiramente gostaria de dizer que nosso passeio está
acima de nossas expectativas, com imagens maravilhosas e lugares
realmente lindos e estruturados.... Chile é massa!!!! Mas aconteceu um
imprevisto... há 28 anos não chovia demasiado em San Pedro de Atacama e
nesta semana houve um dilúvio no local, uma verdadeira catástrofe que
inclusive fechou as fronteiras e o exército está agora fazendo a
varredura em minas terrestres que surgiram com a enxurrada...
Aproveito para avisar a Anastácio que a fronteira com Peru estará
fechada por 60 dias. Haviam 23000 minas terrestres e anti tanque
enterradas em terras fronteirissas que protegiam um local de interesse
nacional e agora eles estão localizando estas minas e limpando a área...
inclusive a Aduana, onde saímos do país pelo Atacama está com horários
restritos.
Mas o espírito do grupo não se abalou.... vamos para Patagonia
Chilena... desceremos ao sul, aumentando 1200 kms em nossa viagem, onde
no nosso novo planejamento chegaremos em Aracaju no domingo dia 11 de
março. Deixaremos o deserto para encontrarmos o gelo... mas a aventura
continua com o mesmo espírito aventureiro e com a mesma determinação de
viajar de moto por lugares maravilhosos.
Hoje conhecemos Vina del Mar e Valparaíso, onde nos maravilhamos com
local (parece Monte Carlo), com muito luxo e agitação...mandaremos as
fotos em breve.
Mudamos nossos planos pelo bem e segurança do grupo e estamos todos de
acordo com nosso novo roteiro. Piscinas termais... vamos nós!!!"
Saiba mais sobre essa aventura através do Blog Motociclistas no Atacama. |
postado em 21/02/2012 06:02 por Darlan Oliveira
Após longo percurso e várias 'estórias', nossos bravos amigos chegaram a capital Chilena no dia 19 de Fevereiro de 2012. Leia abaixo um texto escrito pelo amigo Ary.
"Pois é meus amigos que estão acompanhando nosso Blog, um dia após atravessar a fronteira da Argentina com Chile (essa travessia foi um tormento, justamente no sábado onde os Argentinos 'invadem' o Chile, devido ao feriado de carnaval, encaramos uma fila que parecia não ter fim, antes de subir a cordilheira, esperamos aproximadamente uma hora sobre uma ventania misturada com muita poeira, o vento era tanto que mesmo com o capacete fechado parecia que eu estava pilotando a moto a 150 km/h, embaixo de um frio que nunca tinha sentido antes, pra piorar a situação, pela primeira vez na minha vida e da maioria do grupo, vimos chuva de gelo em seguida chuva mesmo, meu cérebro ‘congelou' depois de varias horas de espera no relento, recebemos uns formulários para preencher ‘’imagina só, embaixo de chuva’’ ate sermos atendidos e desembaraço total, não tinha nenhuma parte dos nossos corpos que não estivesse molhada, a minha esposa coitada, como diz algumas pessoas la do meu Nordeste ficou 'abilolada’ mas depois veio o momento tão esperado, a subida e decida dos caracoles também sobre chuva e muito frio, mais a paisagem não tem preço que pague, e muito linda, momento único) passamos o dia conhecendo a cidade de Santiago onde almoçamos no mercado central, e agora estamos no Saguão do Hotel curtindo uma musiquinha com Fedoca e seu Violão. Amanhã cedo iremos levar nossas motos pra trocar óleo e na Loja da TRIUMPH para trocar o amortecedor esquerdo da minha Tiger que estourou.
Um abraço ao Anastácio e Marco Valença que estão todo tempo nos ligando e dando dicas. Ao pessoal dos Caçadores. Aos Amigos do Tênis, vários abraços."
Saiba mais sobre essa aventura através do Blog Motociclistas no Atacama. |
postado em 21/02/2012 05:49 por Darlan Oliveira
Raspadas, gambiarra na fiação e desalinhamento podem indicar 'armadilha'. Documentação também deve ser checada com atenção.
 Rivera e a Honda Sahara 97 que apresentou defeitos 17 dias após a compra
O instalador de acessórios automotivos Bruno Augusto Rivera pensou que
estava fazendo um bom negócio ao comprar a moto usada de um amigo. Há 6
meses, ele adquiriu uma Honda Sahara 1997 com 39.000 km rodados por R$ 4
mil. “Aparentemente a moto estava em boas condições e ele me disse que
precisava substituir apenas um disco de embreagem”, relata. Porém,
depois de 17 dias, a moto já começou a apresentar outros problemas.
Na Sahara de Rivera havia uma série de defeitos entre tensor e corrente
de comando, válvulas de cabeçote, placa de partida e bomba e filtro de
óleo, que precisaram ser substituídos, além de uma retífica de pistões e
anéis. “Cheguei a reclamar ao antigo dono, mas ele não quis assumir a
causa. Aí preferi arcar com todo o prejuízo, que ficou em R$ 1.500,
entre peças e mão-de-obra”, lamenta. Atualmente, a motocicleta de Bruno
está passando por uma revisão.
O ideal, antes de comprar uma moto de segunda mão - desde que esteja em
bom estado geral - é levá-la para ser avaliada por um mecânico de
confiança. “Aconselho a pesquisar bastante e não comprar por impulso”,
alerta João Itamar, gerente de pós-venda da concessionária Comstar, em
São Paulo. Algumas "armadilhas" podem ser facilmente detectadas com uma
inspeção visual no veículo. O G1 ouviu especialistas para saber quais são os pontos a checar.
A aparência vai revelar o cuidado que o atual dono teve com a moto. Por
isso, a melhor maneira de descobrir o estado geral é ver se há pontos
de ferrugem, raspões, riscos, trincas, manchas, opacidade dos
componentes, peças e acessórios soltos e desregulados, etc. Procure
também por soldas feitas recentemente e desconfie se a moto antiga
estiver com a pintura muito nova, o que pode ser sinal de reforma.
Outra maneira de descobrir possíveis indícios de tombo ou batida, é
checar o estado de guidão, manetes, retrovisores, escapamentos,
lanternas e demais acessórios, que não podem conter riscos ou trincas.
"Caso a moto estiver com qualquer um destes defeitos, aconselho a
desistir da compra, pois é um forte sinal de que ela já tenha sofrido
uma colisão. Qualquer desalinhamento de rodas ou suspensão, ainda que
leves, no futuro pode trazer consequências ao novo proprietário",
aconselha Edson Esteves, professor de engenharia mecânica do Centro
Universitário da Fundação Educacional Inaciana (FEI).
Qualquer desalinhamento de rodas ou suspensão, ainda que leves, no futuro pode trazer consequências"
Edson Esteves, professor de engenharia mecânica da FEI
Além disso, Esteves aconselha a fazer um test drive, pois através dele é
possível notar alguns problemas com desalinhamento. "Uma moto com o
quadro ou suspensão empenada tende a inclinar para um dos lados ao virar
o guidão e, futuramente, vai comprometer outros componentes como os
pneus que vão desgastar com mais facilidade em um dos lados", explica.
Por falar neles, verifique se há desgastes irregulares, ou seja, o lado
esquerdo mais gasto que o direito, por exemplo. "O desgaste tem de ser
uniforme na parte central do pneu, tanto o dianteiro, quanto o
traseiro", diz o empresário Robson Portela, da oficina especializada em
motos nacionais e importadas LR Motos, de São Paulo . Os especialistas
alertam para o fato de que algumas lojas de motos podem tentar mascarar o
problema instalando pneus novos. A dica é desconfiar de motos muito
usadas com pneus novos.
Outro ponto fundamental é a parte elétrica. Peça ao vendedor retirar
todos os componentes que cobrem o chicote elétrico, como o assento e a
carenagem plástica. A fiação precisa estar em ordem e sem emendas ou
descascadas. "Aproveite e teste o funcionamento dos faróis, luzes
repetidoras de direção (setas), luz de freio e buzina, completa.
Para avaliar o sistema de escapamento, a melhor forma é ligar a moto,
para verificar ruídos excessivos no funcionamento, o que pode indicar
furos nos canos. "Evite comprar as unidades com escapamento esportivo,
pois as chances de serem reprovadas em uma inspeção veicular
obrigatória, se houver no seu estado ou cidade, serão grandes", revela
Portela.
O que diz o hodômetro Nem sempre a boa aparência é
garantia de aquisição segura. "Aconselho as pessoas a tomarem cuidado
com motos muito rodadas. Uma moto do ano 2006 com o hodômetro marcando
50.000 km, por exemplo, já é bom fugir, pois nem sempre o antigo dono
fez as devidas revisões recomendadas pelo fabricante”, explica o gerente
de pós-venda, João Itamar.
Por falar em quilometragem, atenção com as motos 'pouco rodadas'.
Apesar do que aparece no hodômetro, elas podem revelar a idade avançada
em outros pontos, como pedaleira gasta. “Uma moto com 5.000 km, por
exemplo, não pode ter este componente desgastado. Quando abaixar para
ver as pedaleiras, aproveite para ver se não estão raladas, sinal de
tombo”, indica Itamar.
 Analisador de gases avalia alterações nas emissões
de gases e ruídos
Outra regra importante ao comprar a moto usada, principalmente de
lojista, é exigir o serviço de mapeamento realizado através de um
equipamento apropriado como o analisador de gases, por exemplo. Com ele,
é possível diagnosticar alterações, como emissões de gases e ruídos,
fora do padrão exigido, por exemplo, pela Controlar -órgão de inspeção
ambiental veicular, que atua em São Paulo.
A visita ao mecânico vale para verificar itens "como as trocas de óleo
do motor, freios dianteiro e traseiro, pneus etc", explica o empresário
Robson. O especialista saberá verifcar o alinhamento do chassi e o
conjunto da suspensão. Se qualquer um destes componentes estiver
minimamente desalinhado, é possível que a moto já tenha sofrido uma
colisão.
Seus direitos
De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, a pessoa que adquirir
qualquer veículo - novo ou usado- em estabelecimentos comerciais e
descobrir algum tipo de problema tem um prazo de 90 dias para fazer
reclamação à loja.
“Caso o defeito não seja solucionado em 30 dias, a pessoa poderá exigir
a troca do veículo por outro da mesma espécie ou cancelar a compra, com
a devolução da quantia paga ou o abatimento proporcional do preço”,
explica Carina Minc, assessora técnica do Procon-SP. Além da garantia
estabelecida de 90 dias, a loja também poderá fornecer ao cliente uma
garantia contratual, que não é obrigatória. Neste caso, o comprador
poderá exigir um termo por escrito especificando quais as condições da
garantia oferecida.
Para o caso de compras diretas de pessoas físicas, "a garantia é de 30
dias após a compra”, diz Carina. O negócio é regido pelo Código Civil.
Se o problema não for resolvido entre as partes, a pessoa que se sentir
lesada poderá procurar a Justiça.
Documentação
Outro item que merece atenção por parte do comprador é a documentação. É
lá que constarão todas as informações da marca, modelo, ano/modelo,
chassi, placa e cor. “É de suma importância o interessado conferir o
número do chassi que é gravado no quadro da moto com a documentação.
Além disso, os números precisam estar legíveis, o que garante a sua boa
procedência”, alerta Portela. O número do chassi é impresso atrás do
garfo.
Também é recomendável verificar no Detran se a placa bate com os
números do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Outros
cuidados são com relação a dívidas ou alienação junto a instituições
financeiras, Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA),
seguro obrigatório (DPVAT) etc.
Observe também se a moto possui o manual do proprietário e o livreto de
manutenção do veículo. Exija do antigo proprietário estes documentos,
que devem ser carimbados com as revisões obrigatórias. Caso o antigo
dono diga que perdeu ou que o manual não veio quando ele comprou a moto,
o melhor a fazer é desistir da compra, diz Portela. “O manual com todas
as revisões mostra um dono cuidadoso. Dê preferência para os que têm os
carimbos das revisões."
Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2012/02/veja-dicas-para-comprar-moto-usada.html |
postado em 18/02/2012 13:49 por Darlan Oliveira

Estreou ontem, sexta-feira (17), o mais novo filme de Nicolas Cage,
Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (Ghost Rider: Spirit of
Vengeance), o segundo filme da série inspirada nos HQs.
Depois de se esconder na Europa, Johnny Blaze (Nicolas Cage) é
recrutado por uma seita secreta da igreja para salvar um garoto de 10
anos (Fergus Riordan) do demônio (Ciaran Hinds). Johnny tenta recusar o
chamado, mas essa é a grande chance de se livrar da sua maldição. Para isso ele vai ter que usar o poder de se transformar na assombração sobre duas rodas a bordo de uma pulsante Yamaha V-Max.
Veja o trailer:
Fonte: http://fastmotos.com/2012/02/motoqueiro-fantasma-2-o-espirito-da-vinganca-estreia-sexta-feira/#more-6551
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postado em 13/02/2012 18:29 por Darlan Oliveira
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13/02/2012 18:31 atualizado(s)
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Grupo parte de moto em SP até o Chile para então voltar a Aracaju.
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Partida ocorrerá no dia 10 de fevereiro (Fotos: divulgação) |
Cinco motocicletas e 16 mil km de estrada, inclusive em áreas de
deserto, pela frente. É essa a experiência que cinco casais do Caçadores
Moto Clube – Ary e Eliana, Edmilson e Sonia, Fedoca e Beta, Romério e
Elaine, Celso e Ana – resolveram encarar a partir de 10 de fevereiro.
Será um mês rodando pelo Brasil, pela Argentina e pelo Chile – a volta
para Aracaju está prevista para o dia 9 de março.
De acordo com Ary Pereira, um dos integrantes da comitiva, o grupo vai
mandar as motos de caminhão até Guarulhos, em São Paulo. Os aventureiros
partem da capital sergipana de avião ainda de madrugada para reaver os
veículos por volta das 6h do dia 10. Em seguida, encaram o asfalto em
direção ao Paraná, parando para dormir em Londrina.
De lá, os dez passarão por Foz do Iguaçu, onde descansarão por dois
dias, e atravessarão a fronteira para pousar em Corrientes, na
Argentina. Os passos seguintes serão Mendoza, ainda no país rioplatense,
e Santiago, já no Chile, onde devem ficar por seis dias.
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Grupo rodará no deserto de motocicleta |
“Depois de Santiago, a gente vai subir o deserto do Atacama, para ir a
San Pedro”, conta Ary. Após enfrentar o deserto chileno, será a hora do
caminho de volta, que privilegiará o interior de Minas Gerais. Os
descansos serão em Foz do Iguaçu, São José do Rio Preto, Governador
Valadares e Feira de Santana, de onde partirão para percorrer o trecho
final até Aracaju – dessa vez, com mais companhias. “O pessoal dos
Caçadores deve nos pegar lá em Feira”, informou o motociclista.
Cuidados
Fazer uma viagem como essa não é para qualquer um. “É preciso ter
tempo”, avisou Ary, que é empresário. O bolso também deve estar
preparado: o passeio custou algo em torno de R$ 12 mil para cada casal.
“Além disso tem que ter muita coragem para encarar chuva, sol, o deserto
e o desconforto”, acrescentou.
É preciso, ainda, muito planejamento e integração. “A gente decidiu
isso há seis meses, e nesse período fizemos reuniões”, ilustrou. Depois
de tomar a decisão, os viajantes procuraram na internet por pessoas que
já haviam feito o percurso, e pediram informações a elas sobre o Chile,
por exemplo.
Como o Atacama é uma região de temperaturas extremas – pode fazer 50°C
no período do dia –, foi necessário tomar alguns cuidados, como
escolher a vestimenta adequada. Outra preocupação foi o carregamento de
combustível, para que o grupo não ficasse na mão entre dois postos de
gasolina muito distantes um do outro.
É preciso também respeitar as normas da Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa), que obriga os viajantes a tomarem algumas vacinas
para enfermidades como a rubéola e a febre amarela. E não para por aí: o
condicionamento físico é fundamental para não ter surpresas no quesito
saúde. Ary, que pratica tênis, comentou que os colegas se prepararam com
aulas de ioga, pilates e academia.
Fonte: http://www.infonet.com.br/esporte/ler.asp?id=124002&titulo=noticias
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postado em 13/02/2012 18:29 por Darlan Oliveira
Na quinta-feira, dia 2 de Fevereiro de 2012, durante um evento realizado na sede da Honda, em Santo Amaro, a marca japonesa divulgou informações sobre as estratégias para 2012 e o nome dos pilotos que farão parte do time deste ano. De
acordo com a marca, 34 pilotos, entre oficial e satélite, competirão na
temporada 2012. Como uma das novidades, para o motocross, a Honda
apresentou os paulistas Hector Assunção, Thales Vilardi e o francês
Pascal Leure. Já o goiano Wellington Garcia e o paranaense Leandro Silva
permanecem na equipe principal, além do mineiro Dário Júlio, focado nas
provas de Rali. Até o início do campeonato, a equipe da Honda contará
com um fortalecimento na pré-temporada, com o piloto e treinador americano Rodney Smith. Já
pela terceira temporada consecutiva, as equipes satélites também estão
presentes nas estratégias da marca japonesa. De acordo com a marca,
neste ano, o apoio com o comodato de motocicletas e fornecimento de
peças será destinado às equipes Ipiranga IMS, LS Racing, Itamaracá One
Industries, Dunas Team, Mastter Racing, ASW Enduro Team e apoio ao
piloto de motovelocidade Matheus Piva. Assim
como nos outros anos, os campeonatos patrocinados pela Honda são o
Arena Cross, e Superliga do Brasil de Motocross. A novidade fica por
conta do patrocínio e participação da equipe Honda no Superbike Series,
nas categorias CB300R e CBR 600F, e também os pilotos oficiais Maico
Teixeira e José Luiz “Cachorrão”. A Honda ainda apoiará novamente
a Copa São Paulo de Motocross, da Extreme Racing, em que utilizará um
novo projeto CRF Challenge, que consiste em uma categoria de acesso com
uso de motocicletas nacionais, para estimular a participação de novos
pilotos no esporte. O projeto Kids também continua em vigor, com a
categoria CRF-50F destinada às crianças. Confira a lista completa de pilotos Honda: Equipe Honda Mobil 2012 #14 – Leandro Silva – Motocross MX1 #21 – Wellington Garcia – Motocross MX1 #47 – Pascal Leuret – Motocross MX1 #27 – Thales Vilardi – Motocross MX2 #30 – Hector Assunção – Motocross MX2 #3 – Dário Júlio – Rally #51 – José Luiz Teixeira "Cachorrão" – Motovelocidade – Superbike Pró #36 – Maico Teixeira – Motovelocidade – Superbike Pró Equipes Satélites Ipiranga IMS Adam Chatfield - MX1 Ito Masanori - MX1 Stefani Serrão – Júnior Murilo Tomazelli - CRF-230 Marcos Moraes - CRF-230 Cristiano Lopes - MX3 LS Racing João Pedro Tresse - MX1 Victor Feltz - MX2 Everett Holcomb - MX2 Leandro Araújo – Júnior Mauriti Humberto Júnior - CRF-230F Itamaracá One Industries Humberto Martin - MX1 Gustavo Pessoa- Júnior Gabriel Montagna - CRF-230F Leonardo Lizott - MX2 Dunas Team Endrews Armstrong - MX2 Pedro Bueno - MX2 Fábio dos Santos – Júnior Ismael Rojas - CRF-230F Mastter Racing Rodrigo Selhorst - MX1 Hugo Amaral - MX2 Diego Henning - MX2 ASW Enduro Team Sandro Hoffmann - Enduro de Regularidade Sabrina Katana - Enduro de Regularidade Nielsen Bueno – Enduro FIM e Cross-Country Fonte: http://motociclismo.terra.com.br/index.asp?codc=1478 |
postado em 13/02/2012 18:22 por Darlan Oliveira
Caçadores Moto Clube farão ação solidária. Desta vez, mantimentos e brinquedos irão para Pedra Mole
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Ação do grupo em 2011 |
A Associação Caçadores Moto Clube irá realizar sua 14ª Ação Solidária
no próximo domingo, 15, no município de Pedra Mole, 94km da capital. Os
integrantes, colaboradores e amigos do moto clube realizam anualmente
doações em um povoado de difícil acesso.
Com o objetivo de ajudar e fazer um trabalho desvinculado de
assistencialismo ou com ligação política, o grupo reúne cestas básicas,
fraldas descartáveis e brinquedos no intuito de ajudar os menos
assistidos. “Fazer este trabalho é emocionante demais, a receptividade é
a melhor possível. Não tem como descrever, somente quem ajuda sabe como
se sente”, comenta Ana Cristina Souza Dias, presidente do Moto Clube.
Os locais onde são distribuídos os mantimentos são escolhidos em
reunião pelos integrantes. As sugestões partem de locais onde os
motociclistas passam muitas vezes em suas viagens ou de sugestões de
conhecidos. “Trabalhamos para entregar o que arrecadamos pessoalmente.
Não envolvemos pessoas da região escolhida para não servir de ponte a
algum grupo político”, diz.
Atualmente, no Caçadores Moto Clube estão filiados 34 casais que se mobilizam para fazer esse trabalho.
Fonte: http://www.infonet.com.br/esporte/ler.asp?id=123037&titulo=noticias |
postado em 02/02/2012 01:59 por Darlan Oliveira
A
empesa Ovik Special Vehicles da Inglaterra, será a encarregada a
comercializar a nova motocicleta Track 800 CDI, que se destaca por
utilizar uma mecânica diesel de origem da Mercedes Benz, que lhe permite
rodar de 30 a 65 km com um litro de combustível, é um modelo
aventureiro Big Trail.

O motor dessa
motocicleta é semelhante aos utilizados nos veículos utilitários da
linha Smart do grupo Daimler-Benz, tem um propulsor de três cilindros em
linha de 799cc, com alimentação turbo e intercooler com 54hp.
Seu preço na Inglaterra
será o equivalente a 19.000 euros, aproximadamente 46 mil reais,
depois, será comercializada pelo mesmo valor na comunidade europeia.


 Fonte: http://rockriders.com.br/Detalhe_noticias.aspx?id=2413
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postado em 25/12/2011 14:13 por Darlan Oliveira
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25/12/2011 14:14 atualizado(s)
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Com a chegada do verão e o aumento da temperatura, andar de moto pode não ser uma tarefa
fácil, sobretudo nos grandes centros urbanos. O calor provoca o excesso
de suor nos usuários de capacetes e isto exige maior cuidado com a
higiene do acessório de segurança. “Suor e material orgânico, como a
escamação da pele, facilitam o crescimento de organismos no capacete”,
explica o infectologista e clínico geral da Universidade de São Paulo
(Unifesp) e motociclista Paulo Olzon Monteiro da Silva.
“A má higiene do capacete pode servir de fonte de contágio para doenças
respiratórias e da pele, como micoses. O ideal é mantê-lo limpo e não
compartilhar com outras pessoas”, explica.
Contudo, manter o capacete limpo não é algo simples e alguns cuidados
devem ser tomados para que ele não estrague. “O Ideal é utilizar
detergente neutro, para não danificar os tecidos e outros materiais”,
aconselha o gerente de vendas da Taurus capacetes, Gianfranco Ugo
Milani. Atualmente, a maioria desses equipamentos conta com o forro
interno removível, o que facilita a limpeza.
O indicado por infectologistas e fabricantes do acessório é lavá-lo ao
menos uma vez por semana. Se o uso for diário, isso pode ser feito como
maior frequência, como faz o vendedor Eduardo Marques Fontes.
 O motoboy André da Silva só limpa o capacete quando a esposa o obriga
“Lavo a forração interna duas vezes por semana e também faço o
polimento da lente e do casco”, diz Fontes, que utiliza moto todos os
dias para ir ao trabalho. Dono de sete capacetes, o vendedor mantém
apenas dois em uso, pois os outros já não estão mais apropriados: as
fabricantes indicam de 3 a 5 anos de uso para cada capacete, pois, com o
tempo, vão perdendo as características de proteção. “Gosto de
guardá-los, pois realmente tenho um carinho especial por eles”,
acrescenta o vendedor.
 O indicado é utilizar o capacete de 3 a 5 anos,
pois depois perde suas propriedades
O conselho de não compartilhar capacetes é seguido à risca pelo
trabalhador autônomo Charles Silva. Ele utiliza a moto diariamente,
tanto para transporte próprio, quanto para levar esposa e filhos aos
compromissos. “Lá em casa cada um tem o seu capacete. Minha esposa tem
um e dois de meus filhos, que já têm idade para andar na garupa, também
possuem seus próprios capacetes”, explica.
Nem todos têm tanto cuidado. “Vou ser bem sincero, eu sou relaxado
mesmo. Só limpo quando minha mulher me obriga”, afirma André da Silva.
“Só de vez em quando passo uma escova com água e sabão”.
Como fazer a limpeza
Se a forração for removível, tudo é mais simples. Basta "destacar"
cuidadosamente o forro — como mostra a imagem abaixo — e fazer a limpeza
com detergente neutro. Caso utilize a lavadora de roupas, a
recomendação dos especialistas é utilizar a opção "roupa delicada".
 Capacetes com o forro removível facilitam a limpeza
No caso de capacetes sem forração removível, o indicado é utilizar um
pano úmido com detergente neutro e passá-lo nas partes internas, depois
deixar secar na sombra. “Se você deixar secá-lo no sol, a alta
temperatura pode danificar os materiais internos do capacete e, por
consequência, fazê-lo perder suas propriedades de proteção”, ensina
Milani.
 O
ideal é lavar a forração com detergente neutro para não danificar o
material. Caso utilize a lavadora escolha a opção roupa delicada
Caso o usuário não possa lavar o capacete, a dica é sempre deixar
arejado. “O ar e o calor são fatais para os vírus”, acrescenta o
infectologista Olzon. Também é recomendável tomar cuidado com os locais
onde irá apoiar sua base, pois mesas, bancos e o chão são fontes de
bactérias. O ideal é apoiar o capacete com a abertura voltada para o
lado ou para cima, nunca para baixo.
A parte externa do capacete deve ser tratada como a lataria de um carro
e o polimento da viseira e do casco pode ser feito com cera. Sobre a
imersão do capacete na água, não é muito indicada, pois pode danificar
partes metálicas e o líquido pode atingir pontos de difícil secagem.
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Confira dicas para deixar seu capacete limpo |
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- Fazer a limpeza do forro interno ao menos uma vez por semana |
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- Utilizar detergente neutro para não danificar o capacete |
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- Não compartilhar o capacete com outras pessoas |
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- No caso de usar o capacete de outra pessoa, como o de mototáxis, utilizar uma toca protetora |
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- Sempre deixá-lo em locais arejados, evitando umidade |
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- Evitar apoiar a base do capacete em possíveis focos de bactérias, como chão, bancos e mesas |
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Para sua segurança é importante: |
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- Manter o capacete sempre bem afivelado |
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- Andar com a viseira fechada |
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- Trocar de capacete em períodos de 3 a 5 anos |
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- Em caso de choque, o capacete deve ser trocado pois perderá suas propriedades de proteção |
Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2011/12/saiba-como-manter-seu-capacete-sempre-limpo-para-evitar-doencas.html |
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